sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013





MINHA GAFE, MEU ERRO

Experiência não quer dizer grandes coisas. Quando eu pensei que já quase dominava minha profissão, eis que dei uma “escorregada” daquelas horríveis perante toda audiência e sem poder voltar a trás.

Sempre lidei com entrevistas, mas nunca fui um especialista. Ultimamente, alem de fazê-las no radio, faço muitas também na televisão, que é um pouco mais difícil. Mas o que ocorreu foi no radio. Ainda bem.

Fui entrevistar membro do time de futebol americano de Vila Velha, os Tritões, que vem fazendo relativo sucesso não só aqui, mas no Brasil.
Arrisco a dizer que é uma modalidade de jogo nova para muita gente. Mas eu sempre vi esse jogo nos canais fechados. Mesmo não sendo fã.

Bem, uma vez vi uma matéria e nela havia fotos de alguns dos jogadores do Tritões com idade avançada. Li a manchete e meu cérebro aliou a imagem com o nome. Ficou “Trintões” para mim. Por absoluta falta de atenção (que não pode ocorrer na nossa profissão) não percebi a logomarca (tridente) na camisa do time

Na entrevista, comecei falando dos “Trintões” e acho que o entrevistado, membro do time,  não havia percebido ate a hora que, numa total gafe, perguntei se o nome do time era porque os jogadores tinham trinta anos ou mais. Foi quando ele percebeu, sorriu e arrematou: Não, o nome é T R I T Õ E S, O GARFO DE TRES DENTES. Me recompus e dei a desculpa que não tinha percebido isso. Ridículo de minha parte.

Mas levei a entrevista ate o final. Coloquei no credito de outras mil que já fiz bem e corretas de alguma maneira. Mas foi uma gafe e tanto!



MENSAGEM FINAL

Não se sinta constrangido por seus erros. Nada pode nos ensinar tanto quanto compreendê-los. Este é um dos melhores caminhos para a auto-educação.
Thomas Carlyle

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