SOCIEDADE
Antigamente
os jornais tinham um espaço dedicado a sociedade. O que era isso? Poucas
pessoas, geralmente abastadas, que faziam e aconteciam, sem pre em pequenos
grupos e em cidades mais desenvolvidas. O interior não tinha sociedade como a
cidade grande.
Na
minha terra tinha colunista social, assim chamado. Aqui em Vitória tinha uns
três, sendo a escandalosa Maria Nilce um deles. No Brasil, o lendário Ibrahim
Sued, de origem libanesa e analfabeto, até que chegou um cara chamado Zózimo
Barroso do Amaral e deu uma “mudada” no estilo de fazer coluna social e passou
a dar “informação”
O
colunista social sempre foi um cara bem informado, pois freqüentava a boa roda,
a alta roda, onde se falava de tudo e de todos. Muita gente dava o que tinha e
o que não tinha para ter seu nome numa coluna social, imagina uma foto! E
aparecer ali dava status.
Mas
o tempo é cruel, o progresso (ou regressão) humana é terrível. As colunas
sociais mudaram mais uma vez e ficaram mais amenas e com informações “fáceis”.
Isso ocorreu porque muitos dos que freqüentavam a chamada sociedade passaram a freqüentar
também as paginas policiais. A sociedade deu uma falida nesse aspecto.
Hoje,
os jornais e revistas continuam com suas paginas “sociais”, mas o enfoque é
outro como as pessoas também são outras. Sumiu o rico, o novo rico e aqueles
que queriam aparecer nessas colunas de todo jeito. Aparecem muitas mulheres
bonitas e altos funcionários de empresas importantes.
MENSAGEM FINAL
Quando o machado entrou na floresta, as árvores disseram: - O cabo é dos
nossos! Provérbio Turco

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