segunda-feira, 31 de dezembro de 2012




A DIFERENÇA

Muita coisa mudou no sentimento de quem  faz radio com o aparecimento da informatização das programações. Muitas emissoras usam o computador trabalhando sozinho em parte da programação, geralmente á noite. Tem outras emissoras que usam durante todo tempo.

Economicamente a programa informatizada rende economia financeira, de desgaste, de tráfico de empregados, etc. Por outro lado, perde na emoção, no ela de se fazer radio em equipe. E isso se passa ao ouvinte

A frieza das rádios hoje é o reflexo na falta de sentimento na maioria dos ouvintes, aliado ao despreparado musical, como a onda descabida de musicas como o funk e outras bobagens musicais, que não levam a nada.

Em equipe, muitas coisas acontecem, de bom e de mau numa estação de radio. Pelo lado mau, a competitividade, as rusgas, as fofocas, e a maldade. Por outro lado, a força, o convívio salutar, a garra de fazer o melhor em equipe, o calor do trabalho. Uma coisa pode prevalecer mais que a outra, depende do local de trabalho e quem dirige, coordena.

Hoje, o ouvinte não poderá sentir um dia amanhecer se no seu radio não tiver a voz ao vivo do apresentador. Também não poderá adormecer com uma voz amiga falando coisas do momento. A vida não é a mesma nesse aspecto.

No sistema gravado é tudo frio, bruto, mecânico. Mas se isso é tendência poderá voltar a ser ao vivo. Pois tudo que vem, volta. Mas, na verdade, o radio que se ouve hoje já não é o mesmo, muito menos quem o faz a partir de agora. Seria um radialista?

 

ENSAGEM FINAL

A ilusão é o primeiro de todos os prazeres. Oscar Wilde

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