segunda-feira, 31 de dezembro de 2012




A COBERTURA

Imagine você um profissional de televisão, fazendo parte de uma equipe selecionada, fazendo a cobertura de um evento mundial, sabendo que a metade do mundo irá de olho e ouvindo (o coração) no seu trabalho

É assim que deve se sentir os profissionais (cameraman, diretores de TV, narradores, pontas, cablemen, técnicos em satélite) que, por exemplo, fizeram a final do Mundial de Clubes no domingo 16

Isso sem falar na emoção de saber que algo do seu país está em disputa. Quer dizer, emoção em dobro. Ele está lá, trabalhando, pensando na família, nos amigos, nos companheiros de trabalho que ficaram, mas que estão trabalhando no Brasil ao mesmo tempo.

O tempo dedicado é “full time”, sem noite e sem dia, ás vezes sem comida. Não porque faltam, mas pelo esmero, pela obtenção da qualidade, pela sensação constante de que nada poderá falhar, então a adrenalina elimina todas as manias.

E mais um detalhe, o evento ocorre num domingo, dia que todos estão em casa e que a atenção dos telespectadores é redobrada. Mas também a sensação de trabalhar num domingo é especial, eleva sua auto estima, seu espírito. Afinal você está trabalhando, fazendo algo importante

Sempre é bom analisarmos esse tipo de coisa quando vemos um evento televisivo de abrangências intercontinentais na sua cobertura. O espírito de trabalho é outro e quem ganha com isso somos nós, os telespectadores.

 

MENSAGEM FINAL

A palavra fere, dói. Dita no calor de mágoas ou ira penetra como flecha envenenada. A palavra salva. Uma expressão de alegria, acolhimento ou amor é como a brisa que ativa nossas melhores energias. Frei Betto 

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