terça-feira, 19 de julho de 2011

AGUAS PASSADAS

Uma vez falei aqui que em Washington D.C. tinha uma TV que só fazia reportagem instantânea utilizando um mínimo de recursos, tanto material quanto pessoal. Procurei saber da TV agora e me parece que os árabes da Al Jazeera compraram seus direitos. Pode ser que isso tenha algum fundo de verdade, já que a AJ transmite na língua inglesa, desde Londres.

Talvez o capital tenha falado mais alto para tal virada. Mas a verdade que esta TV fazia um trabalho muito inovador. Mantinha três carros de externa nas ruas, 24 horas, e sua programação base eram filmes novos no mercado, interrompidos a cada chamada de externa. Essas eram rápidas, sem muitos detalhes, só para o telespectador ficar sabendo do ocorrido.

Mas o que intriga é saber o que eles querem fazer com uma televisão deste tipo. Aliás, assunto eles tem toda hora, mas lá no oriente médio, será? La tem bomba explodindo a toda hora, levantes, mísseis, tudo que possa ser noticia numa televisão que se propõe a transmitir a qualquer momento, o tempo todo.

O que pega será à base da programação. Nos Estados Unidos eram filmes, geralmente de ação, exibidos continuamente, para serem interrompidos. E lá? O que será a base, filmes americanos? Pode ser documentários da BBC, desses que não “fedem e nem cheiram” em termos de cultura local.

A realidade é que essa TV foi a única coisa que vi de novidade em termos de programação de TV, ou mesmo de conteúdo nesses últimos 10 anos. Fora isso, nada foi criado, nada apareceu para marcar na TV mundial. Novidade foi somente a Internet, principalmente com seus sites controversos.

MENSAGEM FINAL
Os partidos são um mal

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