quarta-feira, 20 de julho de 2011

NOVOS OU TRADICIONAIS?

Alguns jornais vivem se modificando numa espécie de overdose da modernidade. Existem jornais assim e aqueles que nunca se modificam, como os chamados “jornalões” tipo: New York Times. Times, Washington Post, La Nacion, Estadão, etc Hoje existe um debate. Um jornal de grande çleitores deve se modernizar ou ficar nos mesmos moldes?

Se o problema é leitura ele não deve ser modificado. Deve ser aquela historia, “de pai pra filho”, ou seja, um jornal sempre do mesmo jeito, como é o NYTimes. De longe se sabe que é ele. Página de capa limpa, sem sensacionalismo, mas com conteúdo atual. Seus articulistas podem até mudar, mas o estilo tem de ser o mesmo do seu antecessor. Ou o modo de escrever, de se apresentar, etc.

Muitos deles migraram para a Web. Justamente para colocar em pratica a ânsia da modernidade que não deixa de se apresentar a esses órgãos tradicionais. E quando chegam a Internet, o fazem de modo moderno, claro, colorido, ousado. Mas não deixam de lado a seriedade, a credibilidade. Assim já estão muitos, como o próprio NYT.

Mudar muito na celulose não chega a impactar. Fica parecendo que ainda não encontrou a forma ideal de se apresentar. Moderniza daqui, modifica de lá e a impressão que dá é de inquietação na direção e sob diversas formas, entre elas a de simplesmente querer mudar alguma coisa.

Muitos leitores reparam essas atitudes outros não, querem apenas absorver o conteúdo, seja da forma que estiver. Na realidade o que vale mesmo não é beleza e sim o que transportar, o que mostrar. Apesar de ter melhorado o aspecto de leitores, os jornais ainda correm o risco de serem banidos num futuro próximo, sendo troados pela tela de um micro. Pode ser até a do seu celular.


MENSAGEM FINAL
Aquele que derrota outros é forte; o que derrota a si mesmo é poderoso, e o que sabe que quando morre não será destruído é eterno. Lao-Tsé

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