REPORTAGEM INVESTIGATIVA
Uma vez, morando nos Estados Unidos, visitei uma radio de Nova York que tinha uma programa semi clássica e clientes pra lá de Mercedes Benz. Ostentava em uma galweria, na entrada, trofeus ganhos da Associação de Radio de New York pelas suas reportagens investigativa
Eram materias que mostravem lados crueies ou não. Construtivos, nem sempre. E contavem com o apoiomcomercial de grandes nomes como Mercedes, Bank Of New York, Xerox Inc, e muitas outras do mesmo naipe. Porque? Era pela credibilidade que era empregada nessas investigações.
Ou ouvintes acreditavam nos casos levantados. Eles ouviam desde do inico ate o desfecho. E os anunciantes queria isso, gente que acredita, que confia. Então a radio era o veiculo certo para seus produtos. Sua programação sempre foi semi-gravada, mas mantinha um corpo de reportagem externa com todo apoio possivel.
Aqui no país não existem reportagens investigativas no radio, só na televisão, assim mesmo num Fantastico uma vez aqui, outra acola. O radiojornalismo prefere cobrir – quando cobre – casos como o da menina Isabella, que confunde o ouvinte e nunca termina.
É bom lembrar que o radio continua sendo o principal veiculo para esse tipo de radiojornalismo, o da reportagens investigativa pelos seus atributos gerais, que todo mundo conmheçe de cor e salteado; ligeireza, mobilidade, credibilidade e facilidade.
Agora, resta saber se a nossa cultura permite uma companhamento acurado numa reportagem desta. É necessario interesse, assiduidade de audiencia e interatividade. Quem faz assim no Brasil,de hoje?
MENSAGEM FINAL
Se você quer que alguma coisa seja feita, peça a uma pessoa ocupada.
Benjamin Franklin

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