HERANÇA DE RADIO
Estava pensando outro dia no assanhamento do governo federal, Minicom, de incrementar as radio comunitárias. A Presidente Dilma segue á risca a “idéia” populista de Lula, de querer chegar ao “povo” as rádios do “povo”, que para mim é um ato irresponsável.
O radio é tão forte que a concessão é do próprio governo. Embora sempre tenha sido um cabide político, as concessões, bem ou mal, caíram em mãos “alheias” e continuam indo nessa direção, só que agora, com um agravante, as comunidades.
Nada contra, mas em profusão, é grave. As comunidades só agem em causa própria (bem entendido, não?) e além do mais, apesar da freqüência ser fixa (e que parece que estão mudando esse item), sempre podem “dar um aumentozinho de potencia, etc” sem que o setor fiscalize a contento. E é ai que mora o perigo.
Isso tudo sem falar que a concorrência aumenta em relação as rádios comerciais de grande ou media potência, pertencentes a grupos ou empresas afins. A concorrência não é só comercial, é em tudo, repartição de ouvintes, pequeno comercial, domínio de área, e o pior de tudo, a criação de semi-profissionais, que são criados nelas para depois tentar a sorte nas grandes emissoras, levando um vício preguiçoso e mal educado do radio livre, do radio pequeno, do radio limitado.
De primeiro fazia-se radio para o povo, depois começou a fazer radio para segmentos – uma coisa que não deu certo - agora parte-se para as rádios comunitárias, tentando se voltar para o povo novamente, mas só que numa visão única de uma pessoa, que pensa no povo, e que acha que através de emissoras comunitárias em profusão, pode-se dar ao povo o que é do povo.
O povo não precisa de ser radio, o povo precisa de ter radio!
MENSAGEM FINAL
A felicidade não está completa até que seja compartilhada Jane Porter
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