segunda-feira, 11 de julho de 2011

ECOS DO ENCONTRO
O jovem presidente da Abert bem disse que esse congresso recém terminado em Brasília seria um dos mais importantes dado o momento que comunicação brasileira vive, como na digitalização da Tv e do radio, na formação de redes publicas, etc. Nos painéis do referido congresso, muitos falaram, colocaram suas opiniões, discutiram muitos itens concernentes ao futuro da comunicação nacional.

O coordenador da Aliança do Radio Digital afirmou que a instalação do rádio digital é importante para fazer frente às novas mídias, pois a portabilidade do rádio está sendo ameaçada pela Internet e até pela televisão. “Estamos recebendo uma geração que não escuta rádio porque só ouve Ipod. Alguns jovens mal conhecem o rádio, portanto devemos investir em qualidade” Concordamos com esse ponto de vista.

Já Franklin Martins explicou que essa nova rede de radio publica, não será chapa-branca, como ele afirmou. Disse também “haverá cerceamento da opinião de quem pensar diferente do governo”
Dentre outras coisas, fez questão de frisar que o governo está começando a trabalhar dentro de um projeto de criação de uma rede nacional de rádios públicas que será diferente da televisão. Afinal, nesse novo sistema de rádio, o que vai mudar serão os conceitos que até agora vigoravam para nortear a programação de emissoras nos Estados..
Muito bom que no evento se pensou na produção nacional para radio e Tv. Hélio Costa disse que batalhar pela produção brasileira nas futuras implantações. Ele comparou a receita das empresas de telecomunicações e do setor da radiodifusão. As teles, de capital internacional, lucraram R$ 126 bilhões em 2006, enquanto as rádios e tevês nacionais lucraram R$ 14 bilhões. “A questão não é ser contra o investimento estrangeiro, mas temos que preservar a qualidade da radiodifusão nacional”. Até que enfim, heim Costa!

Um dos pontos altos do encontro foi justamente um painel Radio: Mercado, que chamou pouco a atenção, talvez pela desinformação. Foi debatido por especialistas como melhorar a relação comercial entre o radiodifusor e o mercado publicitário. O rádio é a mídia que tem mais força no país e em um período de apenas quinze dias atinge 92% da população. Porém, é unanimidade entre radiodifusores e representantes do mercado que o setor ainda não aproveitou todo seu potencial. Foi um excelente debate técnico

Por fim, as palavras do Presidente Lula ecoaram em cada emissora do país, quando disse no encerramento do Encontro que “sem rádio e televisão o país ficaria privado de parte indispensável da sua capacidade de se comunicar consigo mesmo". E indo contra as palavras, ações e pontos de vistas de muitos de seus colegas latinos, Lula disse mais: "O respeito que eu tenho pelo papel que a radiodifusão joga nesse país é muito simples e eu acho que todo mundo deveria ter.

Eu não seria o que eu sou, não teria sido dirigente sindical importante se não fossem os elogios e as críticas que eu recebi. Não teria criado um partido importante se não fossem as críticas e os elogios, e não teria chegado à Presidência da República se não tivesse recebido críticas e elogios"
Enfim, esses foram os ecos desse encontro da classe em Brasilia.

MENSAGEM FINAL
Uma das mais graves conseqüências que observamos é a criação de uma imagem do mundo onde a violência é uma coisa normal, ou pior, onde a violência é recompensada e inevitável. Groebel

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