segunda-feira, 11 de julho de 2011

ADENDO O leitor do SéculoDiario Ricardo Castro de Aguiar, ao qual agradecemos sobremaneira, enviou um artigo de Mino Carta, do seu Blog, sobre o caso do fechamento da TV na Venezuela, onde extraímos na íntegra:

“A mídia nativa elegeu Hugo Chávez como o perigo público número 1, secundado por Evo Morales. Hoje leio na Folha de S.Paulo farto material assinado por Fabiano Maissonave sobre o fim da concessão da RCTV, maior emissora de televisão da Venezuela, determinado pelo presidente Chávez. Informa o jornal que com o encerramento das atividades da RCTV, não haverá mais crítica pela tevê ao governo de Caracas. Permito-me observar que a palavra crítica soa como muito tolerante em relação à emissora e distante da verdade factual “Permito-me observar que a palavra crítica soa como muito tolerante em relação à RCTV e distante da verdade factual. Dentro da RCTV foi tramado o golpe de Estado que em 2002 manteve afastado Chávez do poder por dois dias, e por pouco não o assassinou. Ali mesmo, nos estúdios da emissora, os representantes da oligarquia reuniram-se para urdir o plano de típico sabor latino-americano, a contar com o apuro da mídia em geral e quatro estrelas de quepes imensos. Concessões de canais são da competência do Estado, conforme a Constituição venezuelana. Quanto à liberdade de expressão e ao exercício da crítica, há notável diferença entre a defesa destes direitos democráticos e o inextinguível propósito de conspirar contra o Estado de Direito. Aliás, observo certo parentesco entre a mídia de lá e de cá”.

Quanto ao nosso artigo, recriminando a ação do Presidente da Venezuela em fechar o canal RCTV, estávamos pensando na sua audiência e seus programas. Até então desconhecíamos a ações políticas de seus controladores e muito pouco interessa quem apóia ou deixa de apoiá-lo. O fato é que houve um ato contra um órgão de imprensa. Houve desrespeito ao povo, tão louvado por esses governos.

Quanto ao que o exemplar jornalista Mino Carta escreveu, cabe me apenas respeitar, mesmo demorando a alcançar o seu ponto de vista, sendo que esses tipos de notas são providas de quem sabe o que escreve, no caso do grande jornalista. São fatos que os simples mortais como nós demoram a ter acesso e cometem erros de opinião. Portanto, já não esta mais aqui quem escreveu contra o ato de Caracas. Vou me aprofundar nas leituras para entender a diferença de direitos democráticos e conspirações contra Estado de Direito para nunca mais pensar erroneamente e criticar atos como esses. Quanto ao presidente daquele país, continuo duvidando de suas intenções.

MENSAGEM FINAL
Aprenda: todo adulador vive a expensas de quem o escuta. Jean de LaFontain

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