quinta-feira, 19 de novembro de 2015

PROBLEMA DE AUDIENCIA

Hoje emissoras de radio disputam um lugar ao sol no falido IBOPE (as que podem pagar), mais para dizer que tem audiência que para faturar com o primeiro lugar. Isso emoldura o que quero dizer nesta crônica de hoje, que existem muitas rádios (em todo lugar) sendo que nenhuma se faz BEM ouvida.

Hoje em dia, como se faz ser bem ouvido, através de uma noticia dada ou uma fala errada, ou um alerta?  Mas ser ouvido em grande escala hoje não dá mais nas rádios do Brasil (talvez do mundo, sem certeza).

Em tempos passados quando existiam poucas rádios em cada localidade, ou mesmo uma ou duas apenas, tudo que se falava era ouvido por toda cidade. Isto porque todos sintonizavam a mesma emissora e quem não ouvia, era avisado. Valia a pena fazer um radio esmerado.

Na concorrência de hoje, de que vale uma radio dar um furo? Vai demorar a atingir o target ou nem mesmo nem vai. A audiência é muito pulverizada. Uma radio em primeiro lugar numa cidade grande não representa 1% da população. Nem isso talvez.

Por isso que as Agências de Propaganda armam uma campanha em várias emissoras ao esmo tempo, e assim mesmo não surte muito efeito. Orson Welles fez aquele sucesso no radio com a Guerra dos Mundos, porque a radio que ele trabalha tinha apenas mais duas concorrentes em NY.

Por isso há de se pensar bastante quando algum radialista tiver alguma ideia para lançar no radio. O resultado não surtirá o efeito esperado, nada será como antes. Este recado vai principalmente para aqueles que não do ramo e acham que radio é uma atração pessoal, um brinquedo, uma coisa fácil de fazer.

MENSAGEM FINAL


Mulher objeto não é a que vende o corpo através de fotos sensuais, nem mesmo através de relações sexuais. Mulher objeto é a que finge amar um homem, quando na verdade ama o é o seu dinheiro. Sonia de Aguiar

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