PROBLEMA
DE AUDIENCIA
Hoje
emissoras de radio disputam um lugar ao sol no falido IBOPE (as que podem
pagar), mais para dizer que tem audiência que para faturar com o primeiro
lugar. Isso emoldura o que quero dizer nesta crônica de hoje, que existem
muitas rádios (em todo lugar) sendo que nenhuma se faz BEM ouvida.
Hoje em
dia, como se faz ser bem ouvido, através de uma noticia dada ou uma fala
errada, ou um alerta? Mas ser ouvido em
grande escala hoje não dá mais nas rádios do Brasil (talvez do mundo, sem
certeza).
Em tempos
passados quando existiam poucas rádios em cada localidade, ou mesmo uma ou duas
apenas, tudo que se falava era ouvido por toda cidade. Isto porque todos
sintonizavam a mesma emissora e quem não ouvia, era avisado. Valia a pena fazer
um radio esmerado.
Na concorrência
de hoje, de que vale uma radio dar um furo? Vai demorar a atingir o target ou
nem mesmo nem vai. A audiência é muito pulverizada. Uma radio em primeiro lugar
numa cidade grande não representa 1% da população. Nem isso talvez.
Por isso
que as Agências de Propaganda armam uma campanha em várias emissoras ao esmo
tempo, e assim mesmo não surte muito efeito. Orson Welles fez aquele sucesso no
radio com a Guerra dos Mundos, porque a radio que ele trabalha tinha apenas
mais duas concorrentes em NY.
Por isso há
de se pensar bastante quando algum radialista tiver alguma ideia para lançar no
radio. O resultado não surtirá o efeito esperado, nada será como antes. Este
recado vai principalmente para aqueles que não do ramo e acham que radio é uma
atração pessoal, um brinquedo, uma coisa fácil de fazer.
MENSAGEM
FINAL
Mulher objeto não é a que vende o corpo através de fotos sensuais, nem
mesmo através de relações sexuais. Mulher objeto é a que finge amar um homem,
quando na verdade ama o é o seu dinheiro. Sonia de Aguiar
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