quinta-feira, 19 de novembro de 2015

DEMORA INEXPLICÁVEL

Já se vão 2 anos de “enrolação” por parte do Governo e a migração está emperrada no Brasil, principalmente pelo troca-troca de ministro das comunicações, feitas por esse frágil governo.

Antes, o governo planejava fazer a migração neste novembro, mas nem neste ano ira se concretizar, e a principal razão é que o governo não soube definir o valor qu cada radio deverá pagar pela nova outorga. Uma pena.

O dado interessante é que a migração não é obrigatória, mas das 1.800 rádios AM, mas de 1.400 querem a mudança. Dá custo alto, pois além de pagar o governo, haverá custo de novos equipamentos, inclusive de antenas.

Antes da troca de ministros, o que saiu, o Berzoini disse que apenas 39 emissoras (dessas 1.400) estavam aptas para a mudança, com a documentação em dia. Não estamos dizendo tecnicamente, apenas documentadas.

Segundo a ABERT, o ministério tem atrapalhado o processo, deixando as pequenas emissoras – que representam 98% do processo – apreensivas com essa indecisão. A maioria já comprou equipamentos.

As pequenas emissoras, principalmente as do nordeste, teriam que desembolsar 10 mil reais, já as grandes, principalmente da região sudeste, entre 1 milhão e 500 a 2 milhões e 500.

Tecnicamente o esquema é esse: Hoje as FM são sintonizadas na faixa de 87,9 MHz a 107,9 MHz. Com a mudança, a faixa FM começará em 76 MHz indo ate 107,9 MHz

As 1.400 emissoras AM que pagarem e mudarem os equipamentos terão maior alcance e qualidade e poderão ser sintonizadas nos Smartphones e Tablets.
Hoje o Brasil possui 3.210 emissoras operando em FM estéreo e 1.790 operando em AM, sendo que a maioria vai migrar e virar FM sem ser estéreo.

MENSAGEM FINAL


Sentimentalismo é como chamamos os sentimentos que não compartilhamos. Graham Greene

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