quinta-feira, 12 de dezembro de 2013




RADIO FICTÍCIO

O programa big brother tem este nome devido ao romance fictício de George Orwell, 1084. Nele o personagem, um homem comum, lida com o regime totalitário (o big brother), que usa, entre outras coisas, câmeras de vigilância externa e interna (residencial).

Hoje, cidades e mais cidades tem disponibilizado desses recursos, onde ganhou o apelido de big brother quer dizer, uma realidade. A Internet também facilita o processo de ver “a vida do outro” através de skype ou no “whatsapp”

Pode ser que em algum lugar se esteja fazendo alguma experiência em radio, no que tange a um programa mais intimista, ou seja, um programa onde é ouvido tudo o que se passa numa casa, ou num escritório, ou mesmo num romance entre pessoas.

Não há exageros nisso. Pensem bem. Recursos tecnológicos á disposição, predisposição de pessoas em querer aparecer; é só analisar o que pode dar sentido de sequencia e colocar no ar. Seria a Radio Vida Real? “Acompanhem a vida de Marli Silva, seus problemas, suas alegrias, seu trabalho, seu romance, suas neuras, você ficará estarrecido”. Seria a chamada. Será que daria certo? Lógico que teria musica também.

O radio está deixando de ser veiculo de quase 100 anos de existência. Mesmo com a migração para o FM pode continuar na mesmice dos dias atuais, não tem novidade nenhuma. Falta de imaginação ou final de linha?

Mesmo assim continua um veículo imbatível na preferência popular, Sobreviveu a tudo; televisão, FM estéreo e agora a internet. Como dizia Jairo Maia: Deve haver alguma razão para uma preferência tão grande. Só falta ousar coisas novas, inimagináveis, para ele dizer de verdade a que veio.




Nenhum comentário:

Postar um comentário