quinta-feira, 13 de junho de 2013



EM DIA

Há 16 meses que o senador Ferraço mantém um programa semanal na Rede SimSat, falando para seus correligionários através de 23 emissoras. Lembro quando ele disse que não gostaria de ficar distante de seus amigos no Estado, por isso que queria fazer um programa.

 Semanalmente ele fala de suas principais atividades em Brasília. Ele tem outros meios, alguns potentes e outros mais modernos para fazer isso, mas prefere falar no radio. Tem radio nas veias, já que o pai, Theodorico, sempre teve radio nos negócios, desde Cachoeiro.

Venho falar essas coisas, dada à importância do radio. Na política ele tem e sempre terá seu lugar de destaque. Porque num país avançado em técnicas gerais, um presidente mantém um programa semanal no rádio? Nos Estados Unidos, o presidente Obama continua fiel ao veículo.

Aqui no Brasil, Lula incentivou e a Dilma encampou. Toda semana ela tem o Café com a Presidente. Não deixa de ir ao ar nem quando viaja. É prioridade da agenda. Grava ás sextas depois do almoço, e na segunda esta disponibilizado para todas as emissoras que quiserem reproduzir.

Na faixa de pesquisa, o pessoal que ouve radio deixou de ser classificado. Agora tem a internet, onde ele prolifera e os pesquisadores não atinaram para isso. O radio hoje fala para varias classes ao mesmo tempo. Está difícil de qualificá-lo por classe de ouvinte. É abrangente, mas matem a fidelidade mais baixa da população, claro.

O radio continua um veiculo sedutor, atraente e ficando sofisticado. Quando chegar a digitalização do AM então, ninguém vai segurar.



MENSAGEM FINAL
Se o dinheiro for a sua esperança de independência, você jamais a terá. A única segurança verdadeira consiste numa reserva de sabedoria, de experiência e de competência. Henry Ford





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