quarta-feira, 8 de maio de 2013






 HENRIQUE&JAIRO MAIA

Quando Jairo Maia e Jefferson Dalla compraram a Radio Capixaba da Diocese de Vitoria (hoje a Diocese não faria), fomos levados para la, juntamente com Alencar Garcia de Freitas. Lembro que já estavam Sebastião Zatta, Venceslau Gomes, Izaias Marques, Guilherme Amorim e Tião Silva, o técnico enigmático.

Foram incorporados outros, como por exemplo, Jorge Groppo, Esmael Bezerra e Zé Henrique Pinto. Este foi como operador de áudio e alem disso representava uma gravadora de artistas populares, como por exemplo, Gilliard e Amado Batista 

Dois fatos, tendo Zé Henrique como protagonista me marcaram para sempre, tanto que eu e Jairo forçamos a barra junto a Paulo Cano, para que a Gazeta o contratasse. Alem do mais, Zé Henrique já era o anjo da guarda técnico do programa que Jairo fazia inda na Capixaba.

Uma foi que a radio estava fora do ar ha dois dias, esperando por uma peca de transmissão e Zé Henrique a recolocou no ar, sem a peca, fazendo uma "gambiarra" pelo sistema de telefone.

A outra já foi na fase da Tribuna. Zé era operador a noite e fazia programa sertanejo operando para o novato Ovelha. Ovelha, por causa de um tratamento de dente, teve que se ausentar por três dias e Zé Henrique gravou um esquema, em que o ouvinte participava ao vivo normalmente pelo telefone, pedindo sua musica, sem o Ovelha.

E depois, conseguimos unir Zé e Jairo (também pela sua insistência) outra vez e derradeiramente na Gazeta. Eu sai primeiro, Jairo muito depois e Zé iria ficar mais algum  tempo.

MENSAGM FINAL
"Podemos esquecer gestos e atitudes, mas não podemos esquecer essências e dignidades" Collin Powel

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