quinta-feira, 8 de novembro de 2012



 
 
CHUVA, ELEIÇÃO E JUSTIÇA

Vamos dividir nossa crônica hoje em três partes distintas, mas que lá no fundo a gente percebe que os assuntos se entrelaçam. Os temas aconteceram e acontecem sempre, chamando a atenção de todos.

A chuva. Hoje as grandes metrópoles são acometidas de enchentes quando de tempestades de grande intensidade. Isso não é falha administrativa, mas da ação do ser humano. Não há serviço de meteorologia que salve a população, porque as cidades terão seus problemas. De primeiro, as rádios faziam as partes que lhe cabiam numa situação dessas, orientando, falando, ajudando, prevenindo. Hoje em dia nada disso tem mais.

Eleição. A eleição americana polarizou todo mundo, sendo que na Rede Globo foi um pouco exagerado, com a ida do seu ancora Bonner para Washington. No fim, a culpa de muitas coisas banalizadas é da Globo, com a sua insistência de fazer alarde com coisa corriqueira ou normal, mesmo que seja uma coisa sazonal. Será isso um novo jornalismo e eu não estou sabendo?

Justiça. A reta final do mensalão ainda prende a atenção da população, querendo saber quanto tempo ficarão presos os acusados ou se tudo vai acabar em pagamento de cestas básicas. Apesar de jogar um pouco para a platéia, o julgamento do mensalão restituiu ao cidadão brasileiro um pouco da esperança perdida que ele tinha da justiça brasileira.

Esses assuntos me chamaram a atenção de modo além do normal, porque todas as três são casos esporádicos e que foram explorados de modo exagerado pela imprensa. Ou a imprensa não tem o que fazer ou então está indo além do normal em suas coberturas. A troco de que? Ensinar um novo conceito de jornalismo?

                                           
MENSAGEM FINAL
Tome um rumo diferente do de costume, e quase sempre estará certo.
Jean-Jacques Rousseau

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