EDIÇÃO DO DIA 2 MARÇO
Deparo-me
com a primeira pagina do jornal. Assuntos corriqueiros, banalizados no Brasil
de hoje. Estavam lá manchetes e leads tipo; duplicação da BR com mau começo,
doação ilegal para campanha de Dilma, denúncia de preconceito em Shopping,
justiça federal corta mais 15 milhões, divida do cartão fica 5 vezes maior;
nada de agradável, a não ser no alto da página, bem escondida a nota que agora
tem remédio contra obesidade em adultos.
Ora, não estou
relatando apenas o que traz a primeira pagina do jornal nesta data. Eu reclamo
da banalização da noticia ou dos atos que acontecem neste país. Reparem que
tudo que foi escrito em relação a pagina tem ligação com este governo sofrível
que nos governa. Coitados do Brasil e dos brasileiros. Ainda no dia anterior, a
“JUSTIÇA” do nordeste resolveu prender um dos dirigentes do Facebook que no dia seguinte a própria justiça manou
soltar. Ridículo isso.
O
brasileiro de grau médio já sabe comprovadamente que Lula e o PT foram uma
farsa, não só uma farsa, mas um esquema que desmoralizou o país e o levou a
graus econômicos baixíssimos por conta das falcatruas de sua gente. Mas eu
pergunto: Será que o Zé povinho, aquele que não tem acesso á informação (porque
não quer) sabe que o PT de Lula e Dilma não vale nada em termos administrativos
ou ate mesmo políticos?
Será que
Lula estará candidato em 2018? Será que o povo brasileiro ainda tem aquela
máxima de ter de votar, pois senão votar é um analfabeto político? Analfabeto é
aquele brasileiro que ainda vota num quadro político como esse de hoje. Não
vale a pena, ou será que vale? Não estou incitando a ninguém a não votar, só
acho que dado a situação catastrófica com que passa o pais economicamente, tem
políticos e partidos com cara de pau de ir a televisão falar as mesmas coisas
de sempre. E é obrigado a passar. Isso também teria de ser mudado.
Principalmente o voto teria de ser optativo. Ai eu queria ver o aconteceria.
MENSAGEM
FINAL
A maior virtude é não fazer o mal, sequer a seus inimigos. Se você
respeitar a si mesmo, não há de fazer o mal, nem da forma mais ligeira. Provérbio
Indiano
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