quinta-feira, 27 de novembro de 2014



SOMOS CULPADOS?

Os meios de comunicação estão multiplicados e com isso a informação chega exacerbada. Vamos a um exemplo. Essa operação Lava Jato. Quando a imprensa começa a noticiar um fato, principalmente sobre justiça e política, ela incorre no tempo que durar esse caso, ou seja, por muito tempo.

A imprensa fica martelando todos os dias sobre episódios do fato. O povo quer acompanhar e saber no que vai dar, mas isso demora e a imprensa continua noticiando o fato todos os dias. Pior que isso, que a maioria dos cidadãos sabem que não vai darem nada. Ninguém vai ser culpado e o nosso tempo foi tomado á toa.

Principalmente nesse caso, todos sabem que existem culpados, os que foram presos – que para mim isso é fachada – e os que não foram, pois esses são presidentes e ex presidentes da república. Não podem ser presos.

O advogado Thomaz Bastos, morto recentemente, quando Ministro da Justiça de Lula, “reaparelhou” a Policia Federal. Coincidência ou uma amostra de que o Brasil era outro? Vimos a PF em ação e gostamos de ver, mas pra mim tinha o dedo “justiceiro” de Lula por trás. E feitiço, nesse caso, não pode voltar contra o feiticeiro.

Mas voltemos ao caso proposto. Sou da imprensa e acho que sua atuação no Brasil de hoje necessita de uma reavaliação. Falta de outros assuntos? Falta de uma imprensa investigativa, hoje nas mãos de um Estadão e de Veja apenas? O caso é que todos os dias falam do mesmo caso, casos sem solução, e que só fazem cansar a gente.

 Não nos cabe sermos alienados, temos de saber, mas repetir as mesmas informações, mesmo sendo culpa de terceiros (no caso da justiça) e sabendo que não vai dar em nada, faz perder um pouca a cedibilidade de nosso imprensa.

Isso que acontece na Petrobras, até meu neto de sete anos sabe de quem é culpa. E eu, vendo tudo isso, já me sinto um colombiano, um venezuelano, sem ORDEM de nada em meio a um PROGRESSO decadente.


MENSAGEM FINAL


Um novo claro Brasil surge, indeciso, da pólvora. Meu Deus, tomai conta de nós. (em 1930) Carlos Drummond de Andrade

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