quinta-feira, 27 de novembro de 2014



CARAS DE PAU

Como todos sabem, o governo atual desandou a “dar” rádios comunitárias á torto e a direito a qualquer comunidade de qualquer município brasileiro. É a política popular do PT. Mas o que aconteceu recentemente em Brasília foi um acinte á classe da radio comercial, ou seja, as tradicionais, aquelas que tem potencia.

As rádios comunitárias cobraram ações do Executivo e do Legislativo para o fortalecimento da comunicação não comercial. As reivindicações foram apresentadas, no recente  Fórum de Comunicação Pública, realizado na Câmara dos Deputados. Algumas dessas ações poderiam ser viabilizadas por decretos ou portarias do Executivo, outras dependeriam de alterações na lei que criou o Serviço de Radiodifusão Comunitária. Sintam vocês o abuso.

Agora pasmem! Para garantir a sustentabilidade dessas emissoras, o coordenador-executivo da Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária (Abraço), defendeu a criação de um fundo financeiro, a exemplo do que já existe para a radiodifusão pública.

"A radiodifusão comunitária precisa participar desses recursos, até para poder garantir a sua autonomia e sua independência em relação aos poderes políticos e econômicos de onde ela atua", disse ele.

Mas eles não estão mortos, pelo contrario, também  debateram sobre a migração para tecnologia de radio digital. O representante das radio comunitárias afirmou: "Da forma como o debate está feito, não temos a garantia de que seremos contemplados com esta tecnologia, de acordo com os nossos interesses e necessidades”, disse.  
O Movimento Nacional das Rádios Comunitárias (MNRC) alertou para o risco de endividamento das emissoras diante dos custos elevados previsto na migração para a tecnologia digital. Em média, a arrecadação mensal das rádios comunitárias está em torno de apenas R$ 10 mil. Mas acho que esse

MENSAGEM FINAL

Um olhar carinhoso faz de um prato comum, um banquete. Provérbio Francês

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