sexta-feira, 22 de agosto de 2014


TÓPICOS IMPORTANTES

PRIMEIRO – o Ministério Público entra com ação na justiça contra o Ministério das Comunicações, cujo teor de que o órgão é omisso  á lei que trata de subconcessões, principalmente para igrejas e produtos de televendas. O Código Brasileiro de Telecomunicações determina apenas o tempo limite destinado à publicidade em canais abertos: 25% da programação. Desse modo, mesmo que pastores ou empresas privadas aleguem ter comprado espaço publicitário, a prática continuaria sendo contra a lei nos casos de horários alugados em quase toda a grade diária de uma emissora. O Ministério das Comunicações permanece omisso sobre o caso, não se manifestou (é porque está errado)

SEGUNDO – Pesquisa recente do Ibope Média, mais um braço de pesquisa do Ibope, mostrou resultado sobre o Jovem Digital Brasileiro; nele 68% dos jovens pesquisados ouvem radio, principalmente na Internet. A pesquisa mostra que o consumo de outros meios também é expressivo entre os jovens, sendo que 92% assistem TV e 68% escutam rádio. Além disso, a internet deve ser reconhecida hoje como uma plataforma estratégica de interação e engajamento com os outros meios. Eis a facilidade de adesão de todas as classes.
TERCEIRO - O horário eleitoral gratuito tem um escoamento de plateia de ano para ano. A TV paga continua como a grande concorrente das TVs abertas neste horário político. Nas eleições presidenciais passadas, a TV por assinatura tinha cerca de 9,7 milhões assinantes no Brasil. No primeiro trimestre de 2014, o número de clientes do serviço bateu a casa dos 18,7 milhões. Redes como Globo, SBT e Record já esperavam uma queda entre 5% e 10% em suas médias diárias de ibope durante o horário eleitoral, que ficará no ar ate 2 de outubro. São cerca de 2h30 por dia destinado ao assunto, somando propagandas políticas e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

MENSAGEM FINAL


O coração nunca envelhece. Basta um sorriso, um nada, um alvoroço, e tudo nele se ilumina e aquece. Padre Antônio Feijó

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