sexta-feira, 13 de setembro de 2013



NOTAS DIGNAS

NOTA UM - O Grupo Abril perde o direito de transmitir a MTV Brasil a parir deste 1º  de outubro. No lugar, passará a emitir uma programação de conteúdo cultural e informativo, mas longe de ser comparado com a TV Brasil, do governo. Aliás o Grupo Abril possui á muito o direito de exploração de canal de televisão. É produção sua o seriado nacional FDP.
A MTV passa a ser comercializada exclusivamente para a TV paga pela Viacom, segundo informações.

NOTA DOIS – A Câmara Federal, através de um deputado, que preferimos omitir o nome, rejeitou  projeto de lei que modificaria as licitações de outorga de radio e televisão. Hoje é assim, o vencedor da licitação é o que conseguir melhor média ponderada na avaliação de suas propostas para esses dois requisitos, preço e proposta técnica, além de muito dinheiro por fora.

NOTA TRES – Os institutos de pesquisas calculam que o radio tem apenas 4% no bolo publicitário brasileiro. Uma quantia tímida para um veículo que tem a maior penetração no país. Para tentar melhor esse percentual, grandes empresários do setor, tendo é frente Tutinha (Jovem Pan) se uniria em busca de novos investimentos, deixando inclusive a concorrência de lado. Afinal todos os grandes sucessos musicais do Brasil são lançados pelo radio.

NOTA QUATRO – O rádio faz neste setembro homenagem a primeira transmissão, feita em 1922, para homenagear os 100 anos da Independência do Brasil. Epitácio Pessoa fez um pronunciamento, direto do Teatro Municipal do Rio, sendo captado em Niterói e Petrópolis. Hoje o radio atravessa o mundo, graças a Internet.

NOTA CINCO – E o Ministério das Comunicações, continua buscando rádios que possam sediar testes de rádio digital, começando agora em outubro. Como se sabe, serão avaliados o sistema DRM (europeu) e HD Radio (americano), com tendência para este ultimo. Ate agora somente a Radio Nacional de Brasília se predispôs a ceder. E você, amigo radiodifusor, o que diz a respeito?


MENSAGEM FINAL

É fácil trocar palavras; difícil é interpretar silêncios! Rico Oliveira

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