AMOR EFÊMERO
Sai do “foco” um pouco e falamos de amor ou coisa parecida.
E ele é efêmero. Não tem amor que dure para sempre, existe uma acomodação de
situação. Entre casais, emprego, coisas.
Uma frase que ouvi de alguém próximo, carrego pelo resto da
vida e é fato: “ama-se quantas vezes for preciso e ninguém faz falta”. Entre os
humanos – com os mais afoitos – existem as juras de amor, que geralmente não
duram a metade da vida.
Existe também um gostar, que parecia eterno, mas que acaba e
nasce outro no lugar. As desilusões, os baques da coexistência acabada fazem
com que se coloque em xeque o é o amor.
Realmente é um tema complicado. Tem máxima de que religião,
futebol e política não podem existir a razão unanime? O mesmo se estende ao
amor. É um sentimento dolente, sem razão aparente, com visões e vivencias
diferentes.
Uma das coisas mais importantes de um ser humano não é seu
sentimento de amor e sim de seu poder de renuncia. Renuncia é opção, renuncia e
estudo, renuncia é amor. Para falar a verdade foi o que Cristo fez ao morrer na
cruz, renunciou.
Muitos amigos leitores não concordam com o artigo presente,
mas é uma questão de pensar um pouco e se mesmo não pensando, mas não
concordando, então perdoe, pois o perdão é um ato de amor, como se diz por ai.
Será mesmo?
Em aberto.
MENSAGEM FINAL
Todo homem
tem a si mesmo como propriedade. E sobre esta ninguém tem direito, só ele. John
Locke

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