QUADRO FINAL
Antes de ser cinema realidade, assistia-se a filmes que
sempre tinham um final feliz. O povo gostava disso, digo, ainda gosta. As
novelas são assim com raríssimas exceções.
Passamos para o jornalismo de imagens. As TVS têm os seus
telejornalismos. A cada dia que passa mais e mais violência toma conta desses
jornais. Muita gente diz que não vê, pois só tem “noticia ruim” e ruim basta a
sua vida, dizem
Tomemos de exemplo o Jornal Nacional da Globo. Anos e anos
no ar. Dizem ate que veio substituir o Repórter Esso numa versão moderna, de
imagens. Quem manja, nota que seus editores
tem um problema crônico na composição do jornal. Talvez na distribuição dos
blocos
Já teve época que a noticias de violência se misturavam com
outras, não eram de quadro especifico. Teve época que colocaram as noticias de
violência do Brasil com a do mundo. Hoje eles acharam que a noticia de
violência, não tem jeito, tomou os dois primeiros blocos do referido Jornal.
Notamos também uma tentativa de terminarem o Jornal sempre
com uma noticia “boa”, que fosse humanista, de família, de superação, etc. Mas
nem todo dia haveria uma informação assim. Então tentaram fechar com o esporte.
O que se nota hoje é que estão fechando cada Jornal Nacional
com um factóide, mas que não seja de violência. Tem dia que é esporte, às vezes
tem a humanista, e tenta agora encerrar com algum investimento pesado da Rede,
exemplo, carnaval, cobertura da Olimpíada, Campeonato Brasileiro e assim por
diante.
Se reserve no direito de prestar atenção e veja se não é
isso. O que se passa é crise de mesmice, talvez de identidade, ou de outro tipo
de jornalismo a ser feito.
MENSAGEM FINAL
A imaginação
criadora nunca envelhece. Lawton

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