domingo, 17 de fevereiro de 2013





QUADRO FINAL

 

Antes de ser cinema realidade, assistia-se a filmes que sempre tinham um final feliz. O povo gostava disso, digo, ainda gosta. As novelas são assim com raríssimas exceções.

 

Passamos para o jornalismo de imagens. As TVS têm os seus telejornalismos. A cada dia que passa mais e mais violência toma conta desses jornais. Muita gente diz que não vê, pois só tem “noticia ruim” e ruim basta a sua vida, dizem

 

Tomemos de exemplo o Jornal Nacional da Globo. Anos e anos no ar. Dizem ate que veio substituir o Repórter Esso numa versão moderna, de imagens.  Quem manja, nota que seus editores tem um problema crônico na composição do jornal. Talvez na distribuição dos blocos

 

Já teve época que a noticias de violência se misturavam com outras, não eram de quadro especifico. Teve época que colocaram as noticias de violência do Brasil com a do mundo. Hoje eles acharam que a noticia de violência, não tem jeito, tomou os dois primeiros blocos do referido Jornal.

 

Notamos também uma tentativa de terminarem o Jornal sempre com uma noticia “boa”, que fosse humanista, de família, de superação, etc. Mas nem todo dia haveria uma informação assim. Então tentaram fechar com o esporte.

 

O que se nota hoje é que estão fechando cada Jornal Nacional com um factóide, mas que não seja de violência. Tem dia que é esporte, às vezes tem a humanista, e tenta agora encerrar com algum investimento pesado da Rede, exemplo, carnaval, cobertura da Olimpíada, Campeonato Brasileiro e assim por diante.

 

Se reserve no direito de prestar atenção e veja se não é isso. O que se passa é crise de mesmice, talvez de identidade, ou de outro tipo de jornalismo a ser feito.

 



MENSAGEM FINAL

A imaginação criadora nunca envelhece. Lawton

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