JORNAL PAPEL
Tive acesso a um material sobre a utilização da imprensa jornalística de
papel, face aos meios tecnológicos de comunicação atuais, ou seja, o jornal
versus Internet ou mesmo televisão.
Nele, vários estudiosos, pensadores e pesquisadores do papel da
imprensa, analisam profundamente, a ainda importância da imprensa
“argumentativa”, que só é encontrada nos jornais tradicionais, espalhados pelo
mundo.
E é justamente ou tão somente na comunicação política que este aspecto
mostra seu peso e sua liderança perante a opinião publica de qualidade. Segundo
opiniões diversas, abalizadas ou não, tanto o radio e a televisão dependem de
dados, temas, e contribuições opinativas deste jornalismo sério que os jornais
tradicionais mostram.
No linguajar mais popular, fica difícil ou supérfluo fornecer informação
precisa, confiável ao publico necessitado de direcionamento, sem uma imprensa
que mostra formação de opinião, principalmente política.
Neste aspecto de seriedade informativa, a Internet é o principal destaque,
o principal acesso, mas com um pormenor fundamental aos argumentos descritos
até aqui. Mas como? Não são os jornais
tradicionais? Sim, são eles, mas através de suas versões “ONLINE”, quer dizer,
se está ali na web, já foi escrito em papel e publicado simultaneamente.
Por outro lado, a gama de
informações despejadas pela Internet pelos blogueiros de plantão e ate nas
redes sociais, são consideradas sem efeito no tocante a uma informação mais
apurada, mais opinativa, mais formadora de opinião e isso só os sites dos
jornais tradicionais propiciam
E quem é
mais assíduo a essas informações? O próprio Estado. Ele se considera policiado
com a imprensa política argumentativa, formadora de opinião. Bem fez Thomas Jefferson,
ao colocar numas das emendas da tradicionalíssima Constituição America a
Liberdade de Imprensa.

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