sábado, 11 de agosto de 2012



JORNAL PAPEL

Tive acesso a um material sobre a utilização da imprensa jornalística de papel, face aos meios tecnológicos de comunicação atuais, ou seja, o jornal versus Internet ou mesmo televisão.

Nele, vários estudiosos, pensadores e pesquisadores do papel da imprensa, analisam profundamente, a ainda importância da imprensa “argumentativa”, que só é encontrada nos jornais tradicionais, espalhados pelo mundo.

E é justamente ou tão somente na comunicação política que este aspecto mostra seu peso e sua liderança perante a opinião publica de qualidade. Segundo opiniões diversas, abalizadas ou não, tanto o radio e a televisão dependem de dados, temas, e contribuições opinativas deste jornalismo sério que os jornais tradicionais mostram.

No linguajar mais popular, fica difícil ou supérfluo fornecer informação precisa, confiável ao publico necessitado de direcionamento, sem uma imprensa que mostra formação de opinião, principalmente política.

Neste aspecto de seriedade informativa, a Internet é o principal destaque, o principal acesso, mas com um pormenor fundamental aos argumentos descritos até aqui.  Mas como? Não são os jornais tradicionais? Sim, são eles, mas através de suas versões “ONLINE”, quer dizer, se está ali na web, já foi escrito em papel e publicado simultaneamente.

Por outro lado, a  gama de informações despejadas pela Internet pelos blogueiros de plantão e ate nas redes sociais, são consideradas sem efeito no tocante a uma informação mais apurada, mais opinativa, mais formadora de opinião e isso só os sites dos jornais tradicionais propiciam

E quem é mais assíduo a essas informações? O próprio Estado. Ele se considera policiado com a imprensa política argumentativa, formadora de opinião. Bem fez Thomas Jefferson, ao colocar numas das emendas da tradicionalíssima Constituição America a Liberdade de Imprensa.



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