terça-feira, 24 de julho de 2012



NOVO RADINHO

Com a proliferação das radiosWebs, onde atuam em um elemento dinâmico como a Internet, podemos imaginar que num futuro bem próximo, talvez já amanha, essas rádios sejam acessadas e ouvidas de outra maneira.

Não se assustem as mais vãs das imaginações. Mas brevemente, milhares de rádios estarão em ação na Web e não são aqueles sites que dispõe de um banco de musicas para o internauta escolher. Serão rádios mesmo, de verdade, com hora, noticias, locução, vinhetas e comerciais.

Hoje já existem muitas assim, só que elas possuem um “stream” que, quando usado, impendem de se ouvir outro áudio qualquer, caso o internauta queira ouvir, mesmo sintonizado numa determinada radio.

Se você abrir a internet no seu PC afim de ouvir uma musica, haveria um link apropriado com todas as emissoras, estritamente webs, somente com o endereço de “stream” e a classe da radio, tipo, popular ou clássica, etc. É só clicar e ficar ouvindo.

Nisso, se poderá navegar á vontade, sem que caia o sinal, mesmo clicando algo que tenha outro áudio, seja o que for. Ao clicar, interromperia o áudio da radio, entraria este, e depois voltaria a emissora novamente. Imagine então ligar e deixar ligado o tempo todo?

Estamos falando em rádiowebs, mas existem as emissoras convencionais que também estão na Internet. O processo seria aplicado da mesma forma á essas também. Hoje, 60% das rádios comerciais convencionais estão na Internet.

Como a web é infinita, incontrolável e dinâmica, pode ser que de uma hora para outra, já poderemos encontrar este tipo de navegação musical, principalmente para quem gosta de radio. Acredita-se que o veículo Internet pode vir a ser, num futuro próximo, tão popular como o radio. Cada vez mais o custo dos PC’s vai caindo e, portanto ficando mais acessível a população.

Por isso achamos que a Internet se igualará ao radio e os notebooks serão os radinhos de pinha do futuro, onde radio será ouvido por ali.


MENSAGEM FINAL

Nunca estamos satisfeitos com o corpo. Não pretendo reter nem retalhar nada. Quero que o meu corpo seja como a água, que corre para se transformar. Ana Maria Magalhães

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