terça-feira, 12 de junho de 2012


UM DIA CHUVOSO
Imagine um domingo chuvoso, meio frio. Sem ânimo para sair de casa, recorremos a certas coisas pecaminosas, como comer, por exemplo. Coisas quentes, tanto de temperatura como o perigo de ser em gordura.

Mas não só isso. Dá vontade de beber alguma coisa que anda guardada, tipo, um caninha adocicada ou o resto do Whisky. Mas bom mesmo é um vinho. Aliás, isso são intervalos, isso de comer e beber, poi8s a gente fica assim meio instável espiritualmente.
Procura então a fazer o menos trabalhoso, ver televisão. Chega a conclusão que nada passa de bom para aquele momento de dia chuvoso, nem filme. Recorre a Internet, mas o seu PC nesse dia está lento, internet uma droga. Liga o radio. Aí é o pior. Eles falam depressa, gritam. Resolve-se então a ouvir a musica do IPOD.

Não, nada disso. O dia está chato mesmo. Domingo com chuva. Vai então tomar um chuveiro gelado, para melhor o clima. Pega uma revista ou um livro e leva para o banheiro. Fica lendo. Mas a mente é traidora e dá lampejos de que você está perdendo seu dia. Deveria ter sol, ir nadar, caminhar...
Digo que esse relato e esse personagem  não sofre de intranqüilidade e muito menos de angustia. Apenas sente que precisa aproveitar mais as coisas, com calma, sabedoria e paciência. E que nesse dia, todos os instrumentos de comunicação á disposição falharam, não conseguiram acalmar a alma. A vida tem dessas coisas.


MENSAGEM FINAL
Uma mulher bonita às vezes pode ficar muito feia. As mulheres que ficam bonitas o tempo todo não são mulheres bonitas. Danuza Leão


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