QUEM PRECISA DE
QUEM
A
Universidade de Brasília (UNb) realizou uma pesquisa interessantíssima, onde
fez algumas medições entre a internet e o radio. Foi constatado que 80% de
rádios do Brasil tem sites na net. Segunda consta, e sou eu que falo, as
emissoras de radio acham a Internet um complemento ao seu processo e não uma
necessidade.
Prosseguindo
a pesquisa da UNb, desses 80%, uma quantia de 44% usam a net para que os
ouvintes interajam com eles e 41% usam a Internet para transmitir sua
programação. Nesse aspecto tem duas coisas a serem analisadas: A interatividade
é prospectar novos ouvintes, os da net, porque as rádios já tem os delas. O
restante (41%) acha que colocando a sua programação na Internet seja um “plus”
ao serviço.
Agora
utilidade mesmo são os “softs” que as rádios usam para que se possa editar
chamadas, programas, noticiários. Como o mais popular deles, o “soundForge” em
suas mais variadas edições estão presentes nos computadores da maioria das
emissoras brasileiras. Quase 100% das rádios já usam esse dispositivo, que na
realidade facilita bem o trabalho de editar, agilizando toda a programação.
Uma coisa
que não pode negar é a ajuda tecnológica que a internet fez as emissoras de
radio, tanto que cada emissora tem em média de 3 a 4 computadores nos seus
estúdios de emissão, os seja, aqueles que vão para o ar. Um para programação
musical e vinhetas, outro para comerciais e noticias, um para acessar a
internet e outro que serve agora de “console”, eliminando fisicamente a mesa de
áudio. Aí já são 72,3% de emissoras nessa situação.
Os eventos
como a NAB, que o ocorre anualmente em Las Vegas é o mais famoso do mundo para
quem quiser se atualizar em broadcasting, principalmente em softs. Já o
congresso de radio anual da ABERT, que acontece agora em junho, vai tratar de
discutir questões como, convergência, mídia digital e avanços tecnológicos.
Todos dependem de softs e Internet.
MENSAGEM FINAL
Você não pode testar a sua coragem com cautela. Annie Dillard
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