sábado, 26 de maio de 2012


A INOPERANCIA

Por exemplo, você está navegando e de repente a sinal da internet cai, espera-se um pouco, não volta. Então liga-se para a empresa responsável. É bom que diga. O caso que vou contar aqui não é de emergência. Imagine se fosse.

Existe um sistema de faturar um dinheiro extra junto as operadoras de telefonia, caso de determinado numero devidamente registrado para tal, fique um longo tempo em atividade com um cliente. E é isso que os números de cinco dígitos fazem. Enrolam a gente com perguntas imbecis para retardar o mais que possível o tempo com o infeliz do cliente.

Acho isso um disparate, um processo de completo desrespeito a população, ao ser humano. Geralmente, quando se liga para esses números o cliente está numa extrema necessidade de algo e aí fica nesse chove não molha, nesse não trepa e nem sai de cima. Ridículo!

Quer dizer, esse processo é completamente ao oposto de ajuda, de alivio de uma informação, é sim, uma completa irritação e indignidade. Essas companhias não atinaram pra isso e ainda falam de otimização, aproveitamento máximo, etc. Acho que deviam ser fiscalizadas por um órgão superior, que pudesse multa-las pelos desserviços. Aliás, elas têm sim, mas é um órgão governamental e sendo, é completamente fálico, inoperante e incompetente.

É preciso rever esse processo.  Não me venha dizer que isso é tecnologia, essa de ficar ouvindo robôs, gravações ridículas, onde não se tem dialogo. Foda-se essa modernidade. Quero solução imediata quando ligo, mesmo eu não tendo razão. Tenho dito!



MENSAGEM FINAL
Aqueles que passam por nós não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós. Antoine de Saint-Exupéry

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