sexta-feira, 28 de outubro de 2011

O QUE FICOU

Passados os efeitos do Rock In Rio, ficamos a imaginar como um único homem, que não é político, não almeja na publico, consegue construir aquilo tudo La sem ajuda do governo, realiza um evento para quase 1 milhão de pessoas, traz atrações internacionais caríssimas, assume o sucesso. Valeu á pena, Roberto Medina.

Quando a gente via o festival pela TV – que teve uma boa cobertura, salva aquelas duas entrevistadoras – notava as organização do evento pelas luzes. O setor de emergência médica era uma imensa cruz da saúde piscando. Os pavilhões com as devidas bandeiras tremulando com o rock tocando freneticamente, o povo se deliciando.

Além do mais, esse homem injetou quase 1 bilhão no turismo do Rio em duas semana. Os hotéis cheios, a cidade em ritmo de festa. Teve falhas? Tiveram pequenas, que poderão ser aparadas para o próximo Rock In Rio em 2013. Já começou a ser planejado.

Agora o governo, que está aí penando com sua arraigada incompetência tentando melhorar aeroportos fazendo puxadinhos, tentando reerguer as duras penas os velhos estádios fica o exemplo.

Mas é uma vergonha tudo isso perante a realização desse evento. Chamem-no para organizar as Olimpíadas e a Copa do Mundo. Deixem com ele. Esse boato de suspender a Copa do Mundo aqui é verdadeiro. Apesar do Brasil ter virado gente grande perante o mundo, ainda temos nossas misérias.


MENSAGEM FINAL
Após negar os direitos do corpo, o homem vive hoje negando os direitos da mente e do coração. Mansour Chalita

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