MICROFONE DE PRATA
Feliz daquele que tem uma trajetória profissional movimentada e sempre emocionante. Até hoje para mim, a cada dia que nasce espero uma nova emoção no trabalho.
Lembro quando vim de Cachoeiro de Itapemirim para Vitória. Depois, até hoje muitas experiencias profissionais, ao ponto de, apesar de ser radilaista, englobar a televisão e o jornalismo no meu dia a dia. Não há diploma que resista a um profissional que procura fazer bem todas as coisas.
Embora formado na UFES em Administração de Empresa, ganhei uma pós em comunicação. Ainda bem. Depois interrompi a carreira aqui e passei 06 anos direto nos Estados Unidos com toda afamilia, filhos peguenos.
Por que estar falando disso tudo? Para dizer que tem coisas que a gente ganha, que é reconhecido, mas que pouca gente sabe e fica por isso mesmo. Estou me referindo a uma passagem que tive na Radio America de quase um ano.
Por ser radio católica, a CNBB que é um dos mais avançados pensamentos da Igreja catolica Latina, instituia um premio para todas as emissoras de televisão e radios catolicas. Então a Radio America poderia se inscrever.
Foi então que despretenciosamente, inscreví um programa que fazia de 30 minutos de duração, que continha musica, mensagem e noticia. Das 03 categorias existentes para concorrer, me increvi na que mais podia coadunar com o programa, a de conteudo de mensagens.
Após 30 dias, saía o primeiro resultado. Radio America obtinha o primeiro lugar entre todas as emissoras catolicas do Brasil. Ganhei um bonito trofeu, o Microfone de Prata. Não fui receber, mas vieram aqui e entregaram. Ao conhecimento de poucos, ficou por isso mesmo.
A Radio America detém esse premio único, o trofeu enfeita o estudio que trabalho na Sim, a CNBB me tem registrado lá como ganhador, mas poucos sabem. O que interessa é a gente saber do nosso potencial e tudo bem.
Mas se fosse em outro país, como ví nos Estados Unidos, ou mesmo numa Rede Globo, onde exaltam seus agraciados funcionarios, a repercussão teria sido maior e melhor. Falo isso porque sou bairrista, sou de Cachoeiro. Pelo menos isso eles sabem dar valor a seus filhos.

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