ESSE TRUMP
Na
realidade o mundo e nem grande parte dos Estados Unidos esperavam a vitoria do
excêntrico milionário. Assim que obteve a vitória, no discurso da madrugada, ele
já tinha mudado o tom da fala. Parabenizou a candidata oposta, sua família e
disse o velho chavão dos eleitos, de governar para todos os americanos.
Houve
uma coisa interessante nesta eleiçã. Tomamos o exemplo da Florida, estado
decisivo nas eleições americanas. Trump ganhou de Hillary nesse estado de
maioria latina, onde Clinton, Obama e outros republicanos obtiveram vitorias.
Só que desta vez, lá e em todo Estados Unidos, os americanos natos resolveram votar, a grande
maioria branca e de classe media alta. Quiseram mudar com o novo, segundo
disseram. Antes eles não votavam, o voto é facultativo.
Mas,
segundo especialistas, o que existirá ate sua posse e ate mesmo meses depois é
pura expectativa. Essa é a palavra que vai dominar nessa pós-eleição e os
primeiros meses de governo do republicano. Sorte ele tem também. A maioria na câmara
dos representantes e do senado americanos é de seu partido, 54 para 46.
Outra
analise a ser feita será o tipo de política ele ira adotar para as minorias,
que sempre trouxeram progresso para aquele pais. Começando com os imigrantes. Não deverá se voltar contra os que
estão lá ilegais, senão pode acarretar revolta de grandes proporções nos latinos.
De igual modo, deverá ter cautela com os negros, se quiser governar em paz.
Uma
coisa é certa. A política de imigração que poderá ser adotada vai afugentar
muito todos aqueles que sonham em se dar bem nos Estados Unidos. Por outro
lado, deixará incólume aqueles que desejarem realmente fazer turismo por la.
Em
seu primeiro discurso, o que impressionou a todos, foi ele se referir que fará
os Estados Unidos voltarem a ser a maior potência do mundo, aumentar a auto
estima do cidadão e colocar a economia em franca expansão. Por essas e por
outras que o presidente russo Vladimir Puttin publicou no seu twitter que
“espera que haja um dialogo construtivo”. Nós, brasileiros, esperamos também
não nos decepcionar.
Um
detalhe interessante. O presidente eleito, que várias vezes citou a palavra
vagabundo na campanha, se referindo a Hillary e aos latinos, carrega um perigo
no nome. Ele é Trump. Mas Tramp é vagabundo em inglês. Lá eles sabem diferenciar
ao pronunciar, aqui não. Falamos e entendemos iguais os dois nomes. Portanto...
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