quarta-feira, 9 de novembro de 2016

ESSE TRUMP

Na realidade o mundo e nem grande parte dos Estados Unidos esperavam a vitoria do excêntrico milionário. Assim que obteve a vitória, no discurso da madrugada, ele já tinha mudado o tom da fala. Parabenizou a candidata oposta, sua família e disse o velho chavão dos eleitos, de governar para todos os americanos.

Houve uma coisa interessante nesta eleiçã. Tomamos o exemplo da Florida, estado decisivo nas eleições americanas. Trump ganhou de Hillary nesse estado de maioria latina, onde Clinton, Obama e outros republicanos obtiveram vitorias. Só que desta vez, lá e em todo Estados Unidos, os americanos natos resolveram votar, a grande maioria branca e de classe media alta. Quiseram mudar com o novo, segundo disseram. Antes eles não votavam, o voto é facultativo.

Mas, segundo especialistas, o que existirá ate sua posse e ate mesmo meses depois é pura expectativa. Essa é a palavra que vai dominar nessa pós-eleição e os primeiros meses de governo do republicano. Sorte ele tem também. A maioria na câmara dos representantes e do senado americanos é de seu partido, 54 para 46.

Outra analise a ser feita será o tipo de política ele ira adotar para as minorias, que sempre trouxeram progresso para aquele pais. Começando com os  imigrantes. Não deverá se voltar contra os que estão lá ilegais, senão pode acarretar revolta de grandes proporções nos latinos. De igual modo, deverá ter cautela com os negros, se quiser governar em paz.

Uma coisa é certa. A política de imigração que poderá ser adotada vai afugentar muito todos aqueles que sonham em se dar bem nos Estados Unidos. Por outro lado, deixará incólume aqueles que desejarem realmente fazer turismo por la.

Em seu primeiro discurso, o que impressionou a todos, foi ele se referir que fará os Estados Unidos voltarem a ser a maior potência do mundo, aumentar a auto estima do cidadão e colocar a economia em franca expansão. Por essas e por outras que o presidente russo Vladimir Puttin publicou no seu twitter que “espera que haja um dialogo construtivo”. Nós, brasileiros, esperamos também não nos decepcionar.


Um detalhe interessante. O presidente eleito, que várias vezes citou a palavra vagabundo na campanha, se referindo a Hillary e aos latinos, carrega um perigo no nome. Ele é Trump. Mas Tramp é vagabundo em inglês. Lá eles sabem diferenciar ao pronunciar, aqui não. Falamos e entendemos iguais os dois nomes. Portanto...

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