quarta-feira, 5 de outubro de 2016

PÓS ELEIÇÃO

Não sei se é pessoalmente, mas certas coberturas da imprensa em geral são  muito chatas. Por exemplo, a cobertura das eleições. Soubemos no mesmo dia da votação o resultado. Naquele mesmo domingo todos os canais de TV e redes sociais falaram sobre o assunto com exaustão.

No dia seguinte, esses veículos continuaram falando de eleição. Os jornais também, mas esses porque só poderiam falar em cobertura no dia seguinte mesmo, ate porque, alem de informação detalhada, vira documento de guarda.

Mas a semana passou e o assunto continuou o mesmo:  Eleição! As urnas já disseram o quanto, nos, brasileiros estamos pensando atualmente sobre votar. Muitas abstenções, muitas ausências. O povo anda contrariado com os políticos e a política. Outra coisa, alguns que se elegeram com larga quantidade de votos não eram políticos ou não são. Recado dado nas urnas para uma reforma política mais eficaz.

Muita coisa precisa ser mudada na cobertura da imprensa sob o risco que daqui a 20 anos as coisas serem pra lá de diferentes em uma cobertura. Na política muita coisa também precisa ser mudada, a mentalidade, a oxigenação de ideias e menos egoísmo e vaidade.  

Ate os órgãos superiores, como o TSE precisa ter mais dinamismo. Imaginem que nessas eleições, erradamente, o horário eleitoral gratuito foi assim: No primeiro turno foi de 10 minutos (nas duas edições diárias no radio e na TV). No segundo turno, com menos candidato, o horário foi o dobro, ou seja de 20 minutos nas duas edições no radio e na TV.

É preciso mudar muita coisa, pois tudo muda tudo se transforma. Que mude a mentalidade política, a política e as leis que eles fazem.


MENSAGEM FINAL


Negar-se a cumprir uma ordem injusta não é desobedecer.  Honoré de Balzac

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