PÓS ELEIÇÃO
Não sei se
é pessoalmente, mas certas coberturas da imprensa em geral são muito chatas. Por exemplo, a cobertura das
eleições. Soubemos no mesmo dia da votação o resultado. Naquele mesmo domingo
todos os canais de TV e redes sociais falaram sobre o assunto com exaustão.
No dia
seguinte, esses veículos continuaram falando de eleição. Os jornais também, mas
esses porque só poderiam falar em cobertura no dia seguinte mesmo, ate porque,
alem de informação detalhada, vira documento de guarda.
Mas a
semana passou e o assunto continuou o mesmo: Eleição! As urnas já disseram o quanto, nos, brasileiros
estamos pensando atualmente sobre votar. Muitas abstenções, muitas ausências. O
povo anda contrariado com os políticos e a política. Outra coisa, alguns que se
elegeram com larga quantidade de votos não eram políticos ou não são. Recado
dado nas urnas para uma reforma política mais eficaz.
Muita coisa
precisa ser mudada na cobertura da imprensa sob o risco que daqui a 20 anos as
coisas serem pra lá de diferentes em uma cobertura. Na política muita coisa também
precisa ser mudada, a mentalidade, a oxigenação de ideias e menos egoísmo e
vaidade.
Ate os
órgãos superiores, como o TSE precisa ter mais dinamismo. Imaginem que nessas
eleições, erradamente, o horário eleitoral gratuito foi assim: No primeiro
turno foi de 10 minutos (nas duas edições diárias no radio e na TV). No segundo
turno, com menos candidato, o horário foi o dobro, ou seja de 20 minutos nas
duas edições no radio e na TV.
É preciso
mudar muita coisa, pois tudo muda tudo se transforma. Que mude a mentalidade
política, a política e as leis que eles fazem.
MENSAGEM FINAL
Negar-se a cumprir uma ordem injusta não é desobedecer. Honoré de
Balzac
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