quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

2016 – UM PROGNÓSTICO

o fim de 2012, escrevi uma crônica para o Século Diário onde começava dizendo seguinte: “ Por terminar em 13, o ano que vem reservará coisas boas para uns e mais ou menos para outros. Depende da crença e do ponto de vista de cada um. Para começar, o Brasil estará em polvorosa com a Copa do Mundo, que acontece no ano seguinte, em 2014, depois não sabemos mais”

 Talvez estivesse “adivinhando” os percalços dos anos seguintes. O negócio anda tão feio para 2016 que até os "videntes" de ocasião não estão dando as caras com suas previsões de final de ano. A economia, que é o resultado da política, estará de mal a pior, certificando que a ela, política, continuará a ser uma brincadeira neste país.

 Os telejornais continuarão cobrindo os desmandos de Brasília, sendo que em algumas TVs um pouco mais sérias em detrimento de outras que seguem o que o governo quer, como a Globo. Enquanto isso, o “ópio do povo”, programas chatos como Esquenta, ou as nefastas coberturas de Fórmula 1, continuarão em voga, além do futebol, é claro.

 Na política, Dilma começa uma briga com Lula e poderá ficar abandonada no poder decadente do Brasil. As alianças políticas se perderam e o que era doce também. Agosto deverá ocorrer coisas significativas afetando a população mundial para o bem ou para mal, dependendo dos continentes, dos países e de seus respectivos dirigentes. Aliás, isso, nenhum baba orixá precisa mostrar nos búzios.

 Toda imprensa estará dedicando artigos e reportagens ao pessoal da Lava Jato, pois isso não terá fim. Lula continuará solto e o PT sob o comando de Marco Aurélio Garcia e outros conhecidos. A revista Veja se cansará de mostrar provas e mais provas contra esse governo e de nada adiantará, pois o povo brasileiro não tem educação para discernir o que é o certo e o que é errado.

 No fim de 2016, velas queimarão para que o ano termine logo, e se inicie 2017, pois no ano seguinte o nosso Brasil estará fazendo vestibular, para ver se a sua população se esclareceu mais desses desmandos de hoje, indo a urnas (biométricas ou não) para eleger o próximo Judas. Eu na “cadeira do papai” apreciando isso tudo

MENSAGEM FINAL

 Esta é a hora, única no ano todo, da véspera de Natal. Ela é sempre a mesma e sempre diferente. Pearl S. Buck

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