2016 – UM
PROGNÓSTICO
o fim de 2012,
escrevi uma crônica para o Século Diário onde começava dizendo seguinte: “ Por
terminar em 13, o ano que vem reservará coisas boas para uns e mais ou menos
para outros. Depende da crença e do ponto de vista de cada um. Para começar, o
Brasil estará em polvorosa com a Copa do Mundo, que acontece no ano seguinte,
em 2014, depois não sabemos mais”
Talvez
estivesse “adivinhando” os percalços dos anos seguintes. O negócio anda tão
feio para 2016 que até os "videntes" de ocasião não estão dando as
caras com suas previsões de final de ano. A economia, que é o resultado da
política, estará de mal a pior, certificando que a ela, política, continuará a
ser uma brincadeira neste país.
Os
telejornais continuarão cobrindo os desmandos de Brasília, sendo que em algumas
TVs um pouco mais sérias em detrimento de outras que seguem o que o governo
quer, como a Globo. Enquanto isso, o “ópio do povo”, programas chatos como
Esquenta, ou as nefastas coberturas de Fórmula 1, continuarão em voga, além do
futebol, é claro.
Na política,
Dilma começa uma briga com Lula e poderá ficar abandonada no poder decadente do
Brasil. As alianças políticas se perderam e o que era doce também. Agosto deverá
ocorrer coisas significativas afetando a população mundial para o bem ou para
mal, dependendo dos continentes, dos países e de seus respectivos dirigentes.
Aliás, isso, nenhum baba orixá precisa mostrar nos búzios.
Toda imprensa
estará dedicando artigos e reportagens ao pessoal da Lava Jato, pois isso não
terá fim. Lula continuará solto e o PT sob o comando de Marco Aurélio Garcia e
outros conhecidos. A revista Veja se cansará de mostrar provas e mais provas
contra esse governo e de nada adiantará, pois o povo brasileiro não tem
educação para discernir o que é o certo e o que é errado.
No fim de
2016, velas queimarão para que o ano termine logo, e se inicie 2017, pois no
ano seguinte o nosso Brasil estará fazendo vestibular, para ver se a sua
população se esclareceu mais desses desmandos de hoje, indo a urnas
(biométricas ou não) para eleger o próximo Judas. Eu na “cadeira do papai”
apreciando isso tudo
MENSAGEM FINAL
Esta é a hora,
única no ano todo, da véspera de Natal. Ela é sempre a mesma e sempre diferente. Pearl S. Buck
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