quarta-feira, 8 de julho de 2015

PRIMEIRA PÁGINA

Volta e meia comentamos a primeira página de um jornal da capital. Hoje está na berlinda um dos jornais de maior circulação na capital, edição do dia 30 de junho 2015, uma terça feira. O que chamou a atenção para comentar a página, foi a atual situação que se encontra o país, retratada neste local.

A manchete é para o recuo de decisão da presidente Dilma sobre as taxas do s terrenos de marinha, com o segui8nte título: “Governo Recua e barra redução da Taxa de Marina”.  Esse titulo não só enfurece os atingidos, como todos os capixabas, demonstrando a má vontade da presidente com o ES.

A foto principal da primeira página é do Impostômetro de Vitória, que fica na Reta da Penha, no prédio da Findes. Nele, a marca de Um Trilhão e pouco de reais, pagos pelos brasileiros neste ano. Um assalto!

No canto de página, chamando menos atenção, mas de enorme relevância de informação, a nota de que a Petrobras Cancela Projetos no Estado. Outra decisão do governo federal atingindo nosso Estado. Tudo em nome das crise, que antes era culpa do estrangeiro, agora a culpa é deles mesmo, ou seja da administração da União.

Mais embaixo, outra nota que causa furor.  Dilma diz que ‘não respeita’ delatores”. Ora, foi ela mesma que aprovou esse recurso na Operação Lava Jato. O brasileiro consciente lê isso e pensa o que?  Ela disse isso em defesa de seu financiamento de campanha. O Sr. Dilma, que não deve, não teme, e por isso nem precisa dar explicações esdrúxulas.

Abaixo de tudo, uma nota sobre violência, onde se lê, “Estado é o segundo país em assassinato de adolescentes”. E olha que o mesmo jornal noticiou momentos antes que o índice de violência no ES estava diminuindo.

Somente uma nota boa: “Com dieta e exercícios, ela perdeu 52kg”, sobre uma mulher que entrou em rigorosa dieta e praticou exercícios para perder peso e conseguiu…

Como se vê, só tem noticia ruim, numa proporção de cinco por uma. A primeira página deste jornal, neste dia, foi ou é o retrato de uma nação que vive momentos de dúvidas, incertezas e perplexidade com a política, a administração, a economia e o estado social. É preciso fazer alguma coisa!

MENSAGEM FINAL
O homem não vive só de palavras, apesar de, às vezes ter que engoli-las.

Adlai Stevenson

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