Vi
recentemente alguns colegas reclamando do sindicato. Não vejo motivo, pois essa, como as outras
diretorias, fazem o que pode. A luta é grande e as vezes desigual,
principalmente quando a classe não é unida. Digo que a classe tem pessoas altos
e baixos, ou seja, uns que querem apoiar e outros que nunca estão afim.
Desde da
época de Olívio Cabral, o sindicato vem lutando para se impor e ao mesmo tempo
tentando mostrar que a união da classe é importante. Mas como radio é um
fascínio e esse fascínio mascara e desatenta, muitos radialistas nem percebem
que tem um sindicato de classe.
Lembro
muito das lutas de Osmário Cavalcante, grande presidente, de uma época mais
critica, mais dura, Como era difícil sentar e discutir direitos. Depois um
grande lutador que deixou sua marca entre os radialistas, seu nome, Rogério
Petri. Rogério foi um divisor de águas entre as épocas dos sindicatos, tanto da
classe como o dos patrões.
Falar em
sindicato das empresas, essa poderia ser mais ativa e promover, por exemplos,
cursos dos mais variados tipos, dentro do contexto, para radialistas, que
talvez com isso, poderiam melhorar o nível, tanto reclamado e apontado contra
nós. Na hora de sentar, como é dito quando se negociam, os entendimentos
poderiam ser melhores discutidos.
Mas o
sindicato, sub denominado sintertes continua na sua luta quase solitária, se
impondo todos os anos, todos os meses, dias, horas. Meus respeitos a Athaíde,
Marcão, o velho Oliveira e Mario. A maioria ex-colegas de empresa, que conheço
bem e sei do caráter de cada um. Vamos em frente!
MENSAGEM FINAL
O que está certo ainda supera o que é direito. Menandro
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