Igual a TV,
o radio por assinatura continua de vento em popa nos Estados Unidos e Europa.
Foi a grande sacado do radio frente a Internet. Já funcionando perto de 10
anos. Este tipo de aio via satélite já teve seus outros problemas, como por
exemplo, uma concorrência que terminou em fusão. Começou com XMRadio e agora é
Sirius XM.
Foi uma
investida que deu certo porque lá tinha tudo á mão: Satélite sem problema de
aquisição, confecção de aparelho fixo de sintonia e alguns empreendedores que
acreditaram. Hoje, o radio por assinatura tem pra lá de três milhões de
assinantes e um total de 53 emissoras direcionadas, ou seja, segmentadas. Vai
desde clássico ao esporte.
Vale dizer
que é no automóvel que os assinantes gostam de ouvir. Ali eles ouvem o tempo,
condições de estrada, entrevistas, transmissões de esportes, corrida de cavalo,
fatos comum e por ai vai. Tem também os que carregam seu receptor no bolso,
para ouvir nas viagens ou em casa.
Como tudo
que acontece nos Estados, acontece aqui dez anos depois, já esta quase que na
hora do Brasil experimentar essa ideia. Ou não daria certo? Sinceramente não
sei.
Na
realidade, apesar da tecnologia, deve ser legal ver esse processo operando,
como fazem, como coordenam, como fazem o mapeamento comercial, tanto na venda
de assinaturas, como na comercialização com os clientes.
Como já
disse que nada acontece de novo no radio nacional, este seria uma boa novidade.
Mas quando?
MENSAGEM FINAL
O homem sábio olha para o espaço, e não considera o pequeno como muito
pequeno, nem o enorme como muito grande; pois ele sabe que não há limite para a
dimensão. Lao-Tsé
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