A ESPERA
Estava um
dia esperando a hora de um apontamento na Caixa Econômica. Enquanto a hora não
chegava, resolvi escrever uma crônica. Isto é, esperar fazendo algo útil. Mas
escrever o que, assim, de repente?
Pensei em
escrever sobre o futebol, porque era uma segunda feira, de um domingo de jogos
interessantes mundo afora, mas não, não é assunto. Falar dos desmazelos da
Dilma Roussef á frente de um governo que ela não tem controle, também não.
Falar de
como os órgãos de comunicação irão lidar com os candidatos na campanha deste
ano. Ainda é um pouco cedo, mas deverá ser a mesma coisa de sempre. Discorrer
sobre a cobertura da Copa, também seria um assunto enfadonho.
Enquanto
pensava em que escrever, as linhas iam saindo e os minutos passando. Vi que
chegaria a um bom tamanho de crônica sem ter escolhido um tema a desenvolver. Ah!
A mudança de tempo era importante, já que passamos três meses sem chuva e esta
tinha voltado.
Enfim, nada
importante a escrever enquanto o tempo chegava. Conseguimos preencher este
espaço falando de coisas chatas, umas já em curso e outras que irão por vir.
Respirei fundo e tomei o destino. Lá merecia uma crônica, tamanha a aventura.
MENSAGEM FINAL
O trabalho
mais produtivo é aquele que sai das mãos de uma pessoa alegre. Vitor Pauchet

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