segunda-feira, 7 de abril de 2014



A ESPERA

Estava um dia esperando a hora de um apontamento na Caixa Econômica. Enquanto a hora não chegava, resolvi escrever uma crônica. Isto é, esperar fazendo algo útil. Mas escrever o que, assim, de repente?

Pensei em escrever sobre o futebol, porque era uma segunda feira, de um domingo de jogos interessantes mundo afora, mas não, não é assunto. Falar dos desmazelos da Dilma Roussef á frente de um governo que ela não tem controle, também não.

Falar de como os órgãos de comunicação irão lidar com os candidatos na campanha deste ano. Ainda é um pouco cedo, mas deverá ser a mesma coisa de sempre. Discorrer sobre a cobertura da Copa, também seria um assunto enfadonho.

Enquanto pensava em que escrever, as linhas iam saindo e os minutos passando. Vi que chegaria a um bom tamanho de crônica sem ter escolhido um tema a desenvolver. Ah! A mudança de tempo era importante, já que passamos três meses sem chuva e esta tinha voltado.

Enfim, nada importante a escrever enquanto o tempo chegava. Conseguimos preencher este espaço falando de coisas chatas, umas já em curso e outras que irão por vir. Respirei fundo e tomei o destino. Lá merecia uma crônica, tamanha a aventura.


MENSAGEM FINAL


O trabalho mais produtivo é aquele que sai das mãos de uma pessoa alegre. Vitor Pauchet

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