segunda-feira, 29 de julho de 2013



TAMBÉM NO BRASIL

Quando o mundo árabe começou a sentir as revoltas populares, começando no Cairo, deram o nome de “primavera árabe”. Na verdade, o Irã foi o precursor com o “movimento verde”. Depois chegou á Síria e agora está na Turquia. Mas não foram só os árabes, Moscou também entrou na onda.

Na realidade esses movimentos têm princípios e razões diferentes. Cada país com sua “bronca”. Até seus atos de violência são diferentes. Só que aqui no Brasil, como nesses países citados, uma nova classe é que se apresenta para o combate, a classe das redes sociais.

Essa classe não é propriamente o povo de Lula e nem da Dilma, muitos de Morsi, do Bashar AL Assad ou do Erdogan. São estudantes, profissionais liberais, intelectuais e funcionários públicos.

E não pára aí. Na emergente China e na velha e falida Europa (principalmente Grécia, Espanha e Portugal) existem  passeatas, que não chegam a ser movimentos como os do Brasil e dos países árabes. Sim, existe a grande onda de protestos e manifestações mundo afora.

Esses países foram beneficiados com a explosão feliz da globalização de 12 anos atrás, só que também enfrentaram o arcaico processo político das autoridades do poder. E aí, as redes sociais serviram de instrumento, usadas á serviço de uma informação que a classes emergentes não podiam ter.

Bom, nessa epopéia de protestos, dois países se assemelham: Brasil e Turquia. Nas duas capitais (Brasília E Ancara) seus governantes apelaram e apelam para força. Tanto lá como aqui a classe média, que está sob inflação, faz com que qualquer probleminha, como uma simples Praça em Istambul e um pequeno aumento nas passagens em São Paulo cause revolta popular.


Mais uma vez, a comunicação esteve presente e á frente nestes movimentos. Tanto nos países árabes, Europa e America do Sul (Argentina e Brasil) as redes sociais (Facebook e Twitter) foram usadas para conclamar, reunir e mostrar tudo. Televisão, jornal e radio apenas comprovaram ou comprovam. Enfim é um movimento contra o poder, onde até algumas redes de TV foram alvos de protestos. As coisas mudaram.




MENSAGEM FINAL

Somos infelizes por aquilo que nos falta, mas não felizes pelas coisas que possuímos; dormir não representa felicidade, mas não dormir é insuportável. Voltaire

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