segunda-feira, 8 de outubro de 2012





EXPERIENCIA

Paulo Hartung prefaciou seu livro com os seguintes dizeres, que acho de suma importância em qualquer organização: “A arte de liderar é também a estratégia de cercar-se de colaboradores que saibam mais de sua área de especialização do que o líder”

Baseado nessa premissa, quando fomos incumbidos de montar a FM Tribuna, nos anos 80, a primeira coisa que fizemos foi cercar-nos de três pessoas muito mais velhas e experientes nas áreas vitais da empresa.

Portanto, a administração, o jornalismo e o comercial eram geridos por pessoas que tinham bagagem para isso. Não me importava em tê-los á minha frente. Achava que, inclusive, eram pára-raios.

Por onde passei em missão de comando ou de orientador, sempre procurava mirar alguém mais experiente para poder extrair algo. A gente sempre consegue. A maioria procurar eliminar pessoas assim. É o medo de perder a posição ou o emprego.

O curso de administração de empresas na Ufes, me serviu muito. Tinha bons professores e esses tinham como guru mestres como Peter Drucker e isso teve influencia. Podem reparar, quando existe uma administração onde o líder parece mais um amigo do que um chefe, o negócio flui.

Já imaginou você no comando, deparando com um problema de difícil solução e um dos assessores chega e o resolve? É um alívio. Para que isso aconteça, uma série de detalhes tem de ocorrer sem mesmo que haja motivo para isso, como um elogio surpresa, um reconhecimento quando menos se espera, um bilhete escrito á mão agradecendo aquele esforço extra reconhecido, essas coisas.

Fiz muito disse e sou feliz pelo reconhecimento de muitos, outros nem tanto. O que vale num trabalho é a liderança que você exerce sem mesmo você comandar nada.

 
MENSAGEM FINAL

Não vale a pena pensar na beleza; o importante é sua mente. Não se quer um penteado de dólares numa cabeça de 50 centavos. Garrison Keillor

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