domingo, 2 de setembro de 2012


 
RESPEITO

Em todas as eleições como nessa, a gente que milita no radio nota um certo desdém com o mesmo por parte de quem faz campanha ou ate mesmo de alguns candidatos. São poucos que já sabem do potencial do mesmo em relação a televisão.

Mas em toda campanha, em todo lugar do Brasil, a tônica se dá quase que totalmente para a televisão, onde os candidatos acham que ganham eleições. Os tempos mudaram e os veículos também

Como tudo que acontece hoje nos Estados Unidos chega ao Brasil seis ou sete anos depois, é preciso saber que lá, as eleições estão sendo disputadas na Internet. Quer dizer, aqui praticamente só pensam televisão e lá já é na net.

Mas estamos falando do radio. E o radio lá? Para se ter uma idéia, com todo aparto de logística tecnológica e de pesquisa, o presidente de lá tem seu programa semanal de radio. E porque não de televisão?

Aliás, programa eleitoral de radio é feito porque a Justiça Eleitoral disponibiliza o horário, senão passaria batido pelos partidos, que se concentrariam apenas na televisão. Volto a lembrar: Agora tem a Internet.

É preciso pensar que o radio tem a mesma importância e mais alcance que a televisão. Ainda!

 É preciso respeitar e valorizar o profissional de radio. Este tem que se dar o respeito. Se esmerar na profissão, se educar para a profissão, ser preparado, principalmente na era da informática, pois sem isso ele está fadado ao ostracismo e virão mais eleições , sendo que o rádio e seus radialistas tendem  a prosseguir numa espécie de segundo plano.

MENSAGEM FINAL

É no futebol que o brasileiro se sente cidadão, critica, elogia, vai do ódio à alegria, da alegria à tristeza. O cargo de treinador fica uma coisa desumana. Carlos Alberto Parreira

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