Os técnicos de radio vivem consertando radio por esses
interior afora. Eles escutam coisas engraçadas, pois a diversidade popular é
muito grande por onde passam. Já ouvi muitos casos, como esses que se seguem:
Estava
um técnico a mexer em um transmissor de uma rádio localizada na região sudeste.
O aparelho estava funcionando apenas com a metade da metade da potência.
Através da LP, o proprietário pedia para falar com técnico, que já estava
cansado de ouvir a mesma ladainha: - Bota potência nisso aí!! - Bota mais potência nesse transmissor!! No
que o técnico respondeu: - Olha, manda subir umas dez caixas de viagra que ele
logo vai ficar potente.....
No
interior da Bahia, mais precisamente em Eunápolis, tem uma rádio que tem um
programa feito por um deficiente visual. A Radio é a Radio Jornal de Eunápolis. O
que o cego faz: De vez quando ela manda lá: Olha fulano! Eu
“VI” ciclano na porta da casa do Prefeito....Mas todo mundo sabe que ele é
cego.
Outra:
Tudo que ele critica, e faz muitas criticas, ele termina dizendo calma e
explicadamente, principalmente o OH final: Aqui procê, òòoh! Só que ele fala no
rádio e radio näo é tv, etc. Mesmo assim já
virou moda todos dizerem essa frase por qualquer coisa. Entrou para o jargão
popular
Uma
radio da capital recrutou uns “contatos” que não manjavam nada de rádio – o que
é natural até hoje – e visitando um cliente, este perguntou ao contato quantos
kilos (de kilowatts) tinha a radio que
ele representava. O contato ligou para a radio e perguntou: Quanto pesa
essa rádio? O cliente está perguntando quando kilos ela tem e eu não sei.
Todo
contato deveria ficar uns 10 dias ouvindo a radio e mais 10 perguntando a quem
sabe o que é o quê, para depois sair vendendo bem o seu produto. Bem, vou
pesquisar mais uns “causos” de radio e colocar. Tem tantos!!!!
MENSAGEM FINAL
As pessoas
lutam neste mundo, não pelas coisas que são realmente boas, mas pela posse de
muitas coisas que elas chamam de sua propriedade. Tolstoi

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