sábado, 21 de abril de 2012


NADA, MARIA SANZ

Como essa menina (senhora, já é mãe) escreve bem! Sempre que posso leio o que ela escreve na revista de domingo da Gazeta. Gosto de ler ás segundas, antes do banho. Mas alguém há de perguntar: - Você lendo aquela revista da Gazeta? Respondo afirmativamente, pois gosto da Maria e do Paulo Coelho, só. As outras folhas, nem folheio quanto mais prestar atenção.

Gosto de ler revistas. Vem do tempo de Fatos&Fotos, Manchete, da Veja do inicio, (agora não, ela só derruba ministros corruptos desse governo), talvez por isso que eu escreva religiosamente numa, a Revista Sim.

Outro dia me emocionei com a Maria Sans Martins, quando ela escreveu, sempre com maestria, Nada de Presente, do Patrick McDonnell, criador da famosa  tira Mutts dos jornais americanos. Aliás, ela se baseou e contou essa historia na sua cronica.

Mas o mote mesmo foi sobre o rejuvenicimento, o medo de envelhecer, e da amizade. Sou de poucos amigos, mas ela me fez ver que esses poucos que tenho, quando estou com eles, me sinto muito feliz. É que nunca me dei conta disso, pois a felicidade é perseguida por mim o tempo todo. Sou meio triste de natureza.

Ela também mostra que do convívio sadio, vem a alegria e sendo alegre, mesmo que as vezes, o processo de envelhecimento encontra uma barreira aí. É fato. As pessoas alegres são lindas, seja quais forem.

E outra coisa, com essa crônica da Maria, lembrei de algumas que fiz chamadas “Nada a Escrever” e desse nada saí uma crônica. O nada é uma coisa valiosa em muitos momentos. O "nada" realmente é cheio de surpresas, cheio de riqueza. Disse que fiquei emocionado lenda a crônica dela, mas foi uma emoção alegre. Rejuvenesci naquele momento. Não é, Maria?

e não faz por menos, é sempre na Arena Vitória.


MENSAGEM FINAL
Um homem realmente escreve para um público de cerca de dez pessoas. E claro que se outros gostarem, isto e lucro. Mas se aqueles dez ficarem satisfeitos, ele fica feliz. Alfred North Whitehead

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