NADA,
MARIA SANZ
Como essa
menina (senhora, já é mãe) escreve bem! Sempre que posso leio o que ela escreve
na revista de domingo da Gazeta. Gosto de ler ás segundas, antes do banho. Mas
alguém há de perguntar: - Você lendo aquela revista da Gazeta? Respondo afirmativamente,
pois gosto da Maria e do Paulo Coelho, só. As outras folhas, nem folheio quanto
mais prestar atenção.
Gosto de
ler revistas. Vem do tempo de Fatos&Fotos, Manchete, da Veja do inicio,
(agora não, ela só derruba ministros corruptos desse governo), talvez por isso
que eu escreva religiosamente numa, a Revista Sim.
Outro dia
me emocionei com a Maria Sans Martins, quando ela escreveu, sempre com
maestria, Nada de Presente, do Patrick McDonnell, criador da famosa tira
Mutts dos jornais americanos.
Aliás, ela se baseou e contou essa historia na sua cronica.
Mas o mote mesmo foi sobre o
rejuvenicimento, o medo de envelhecer, e da amizade. Sou de poucos amigos, mas
ela me fez ver que esses poucos que tenho, quando estou com eles, me sinto
muito feliz. É que nunca me dei conta disso, pois a felicidade é perseguida por
mim o tempo todo. Sou meio triste de natureza.
Ela também
mostra que do convívio sadio, vem a alegria e sendo alegre, mesmo que as vezes,
o processo de envelhecimento encontra uma barreira aí. É fato. As pessoas
alegres são lindas, seja quais forem.
E outra
coisa, com essa crônica da Maria, lembrei de algumas que fiz chamadas “Nada a
Escrever” e desse nada saí uma crônica. O nada é uma coisa valiosa em muitos
momentos. O "nada" realmente é cheio
de surpresas, cheio de riqueza. Disse que fiquei emocionado lenda a crônica
dela, mas foi uma emoção alegre. Rejuvenesci naquele momento. Não é, Maria?
e não faz
por menos, é sempre na Arena Vitória.
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