quinta-feira, 16 de junho de 2011

DITADURA NO RADIO?

Existe uma pessoa que nos trouxe muitos exemplos profissionais, dentre eles, o de ser duro em situações que exigiam. Plínio Marchini. Com gente assim, aprende-se o que é bom e consegui extrair muitas coisas enquanto passamos uma fase na Gazeta de Cariê. No radio, como em qualquer outro lugar tem sempre as ovelhas negras, ou aqueles pseudos profissionais que contaminam qualquer ambiente, ou com sua fraqueza profissional, fofocas, ou querendo desmerece os colegas mais abastados mentalmente.

Na nossa fase frente á Radio ES, onde implantamos toda a sistemática de programação computadorizada, tivemos de lidar com gente deste tipo maléfico. Um deles, de masculinidade duvidosa, e ai que mora o perigo pela dupla personalidade, foi afastado do ar, pois entre outras coisas nefastas, foi surpreendido falando com os pés em cima da mesa, numa posição de relax e pelo pouco caso que conduzia o suposto programa que fazia. Entrou em ação aí o espírito disciplinador de Plínio Marchini.

E vendo o perigo que o rondava, ou querendo se vingar de algo foi procurar se esconder atrás do falso escudo da imunidade sindical, onde geralmente, vão alguns dos incapazes profissionalmente. Aliás, aquela gestão deturpou a classe dos radialistas. O Sindicato atual luta de todas as formas para apagar a imagem ruim da gestão daquela turma, onde o dito cujo atuava.

Uma vez, ele foi visto fazendo propaganda política para Jose Carlos Gratz dentro da emissora – o que é proibido - pregando seus adesivos nos moveis da mesma. Quando estourou o caso de Gratz, foi o primeiro a se afastar do deputado, mostrando a sua real personalidade. Aliás, gosta de estar no meio de algumas figuras, sob o disfarce de estar fazendo reportagem. Para muitos profissionais do setor, não passa de um personagem piada. Hoje, está emprestado á outro órgão do governo, já que não pode ser mandado embora.

Pois bem, passamos anos lidando com muitos radialistas, ora cuidando, ora ensinando. Aprendemos muito com alguns e mostramos valores a outros. Mas sabemos que não poderíamos passar incólumes por esta vida, vida esta que tem o reconhecimento profissional da classe, ou mesmo de toda imprensa. Aliás, fomos aprender tarde que realmente até Jesus Cristo não foi unanimidade. Teve um Judas na sua vida. Só que Judas era homem.


MENSAGEM FINAL
A cada bela impressão que causamos, conquistamos um inimigo. Para ser popular é indispensável ser medíocre. Oscar Wilde

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